Quem ganhou o BBB9?
Não posso dizer que sou um fã de carteirinha deste programa, mas acompanhei a segunda metade torcendo contra a panelinha formada pelo lado B. Não foi preciso muito esforço para acabar entendendo o mecanismo dos integrantes dessa facção, preocupados mais em eliminar os remanescentes do lado A sempre sob alguma alegação sem sentido, motivados sempre por ciúme, inveja ou simples desprezo pelos adversários.
Como não lembrar da crise de ciúme da Francine por causa da controversa Maíra, do pseudo nerd e chatíssimo Flávio e sua implicância com a não menos patricinha e birrenta Ana Carolina.
Foi um programa onde a posição social determinou picuinhas entre os candidatos, exemplo disso pode-se dizer que a exibidíssima Priscila, que de boazinha não tem nada entrou no programa querendo forçar a barra sobre seu passado sofrido de lutas e filas de SUS, como se isso fosse condição sinequanon para um vencedor do BBB e não o carisma, talvez o exibicionismo exagerado e a banalização do seu corpo tenha feito a diferença na final, mas em compensação revistas masculinas não vão faltar, e taí o Photoshop pra esconder a celulite que já teima em aparecer.
Foi o programa onde a fofoqueira e janeleira Naná disse com todas as letras que o fulano era negro mas tinha alma de branco …
Se o jogador Max mereceu ganhar o prêmio de R$ 1 milhão não sei, não opino sobre esta questão, afinal, ele desde o começo mostrou sua disposição a ser exclusivamente um jogador, mas com certeza jogadores foram eliminados por não se envolverem em farras, por serem introvertidos ou simplesmente por terem uma condição social diferenciada, e ele se mostrou coeso com seus objetivos. No BBB da intolerância, ganhou o jogador frio e calculista.

























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