Massacre de Estudantes no Rio choca o Brasil.
Quando os 400 alunos do turno matutino da Escola Municipal Tasso da Silveira em Realengo, Zona Oeste do Rio de Janeiro passaram pelo portão em direção às salas de aula na manhã de 07 de abril de 2011, não poderiam imaginar que dentro de alguns minutos seriam protagonistas de um dos episódios mais violentos e tristes da história Brasileira.
Wellington Oliveira, 23 anos, um rapaz estranho, introvertido e que passou as últimas semanas de vida navegando na internet, provavelmente estudando métodos de tiro e recarga rápida entrou na Escola sob pretexto de pegar o histórico Escolar de acordo com algumas versões ou dar uma palestra, de acordo com outras e munido de um revolver calibre 38 e outro calibre 32 começou a atirar nos alunos a esmo.
Antes que alguém pudesse fazer algo, ele atirou e matou 12 adolescentes (10 meninas e 2 meninos) e feriu outros 13 com requinte de crueldade, atirando em vítimas agachadas a aterrorizadas e de acordo com sobreviventes muitas vezes exigindo que a vítima ficasse com a face virada para a parede.
Ferido chegando a hospital – foto: G1
Como em toda história de horror e violência existem heróis, gente que arrisca a própria vida para proteger a vida alheia, dessa feita não foi diferente, professores ergueram barricadas, alunos deitaram sobre colegas, e em especial, um Sargento da Polícia de Trânsito Carioca evitou um desastre com dimensões épicas
O nome deste militar talvez ficasse restrito a uma nota de jornal ou no máximo uma reportagem rápida no noticiário se o local ou os personagens fossem outros, mas coube a ele, avisado por um aluno ferido, interceptar o assassino na escada onde pode efetuar um disparo de fuzil perfeito que parou de vez a sanha homicida do lunático que caído e ferido optou pela saída covarde do suicídio e encerrou sua vida miserável com um tiro na boca.
O Sargento Marcio Alexandre Alves sai do anonimato e fica como único saldo positivo de uma manhã negra que será sempre dolorosamente lembrada.
Após um fato desta natureza é normal aparecerem fatos, suposições, estórias, mas uma em especial estarrece, uma postagem no Orkut datada de 31 de março, uma semana antes do massacre faz uma profecia sobre uma chacina usando um perfil falso do Deputado Jair Bolsonaro.
A data da postagem de acordo com o Google, que gerencia o site, não pode ser falsificada, sendo assim é extremamente importante que esta mensagem seja rastreada pela Polícia para identificar de onde foi postada.







